domingo, 10 de janeiro de 2010

Pequenas em Baladas Parte 2

Pra quem me segue no twitter, prometi que hoje escreveria um post sobre algumas coisas abomináveis nessa vida (coisas fúteis, porém abomináveis!).

Antes de mais nada, oi! Foram bem de fim de semana? O meu foi ótimo! Meu primo ainda insiste que tá quase da minha altura e eu continuo falando "come direito que daqui a pouco você me passa e isso será obrigação e não felicidade" e once again tirei umas conclusões em balada e resolvi compartilhar.

Depois de um aniversário super gostoso num lugar chamado Boutique Bistrot, perto da Augusta (super recomendo), fui ao Studio SP ouvir a @missma discotecar. Rockzinho, lá perto de onde estávamos, nunca tinha visto a Má de DJ e lá fomos nós. (aliás, recomendo. A Miss Má arrasa!)

Tudo super tranquilo (eu ia deletar e colocar a trema... não me acostumei ainda!!), até a banda começar. O povo começa a quase se estapear por um lugar ao sol. Aquela coisa básica de lugar que é legal e muita gente vai.

Tá, Gabi, o que você tá falando de novidade?
Criei uma listinha de regras básicas se você quer conforto numa balada (principalmente se você é baixinha!!!):

1. Encontre lugares estratégicos, de preferência longes de: porta de banheiro, bar, qualquer pedaço que você consiga traçar uma linha reta sem obstáculos físicos entre onde está e a entrada ou saída do lugar, perto do palco (quando tiver banda ou perto da pick-up do DJ). Ok, parece que não sobrou espaço. Mas juro que sobra. Assim, você curte tendo uma visão bacana do lugar e sem pessoas te empurrando alucinadamente.

2. Fuja de pessoas que não tenham nada a ver com o lugar onde está. Esse tipo de gente normalmente vai pra conhecer o ambiente e, se não gostou, enche a cara e faz danças ridículas (que esbarram em todo mundo), além de comentários idiotas.

3. Se tiver um degrauzinho em algum lugar, suba nele! Você, baixinha(o), respirará tãaao melhor!

4. Se a turma resolve ir junta pro banheiro ou pro bar, vá na frente (baixinha). Você "se enfia" no meio da galera mais rápido. Só não esqueça de puxar o povo junto!

5. Essa conclusão não tem nada a ver com nada. Na verdade tem a ver com as coisas que eu acho totalmente abomináveis nessa vida. E não é uma conclusão, é uma lista de tipos de pessoas que eu resolvi ignorar a existência quando eu ver para não me irritar: pessoas que se acham absurdamente e criam um vocabulário único achando que estão abafando, pessoas bombadas (bomba mesmo, que fica tudo inchado, sabe?), pessoas que não estão curtindo o tipo de balada e falam mal alto ao invés de irem embora, pessoas pegajosas.

É isso por hoje!

Semana começando, lá vamos nós!

Esqueci no último post de homenagear algum baixinho famoso... Mas nunca achei que seria tão difícil, sabiam? Mas vamos lá.
Já que ontem dancei como se estivesse nos salões dos anos 60, voltei no tempo e a homenageada é a Edith Piaf, cantora francesa de 1900 e bolinhas... 1,42!!! Menor que eu!!
Talvez reconheçam a música pois a Cássia Eller cantou também!

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